Olha o passarinho!!!!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Eccomi

Finalmente: a Roma!

Quando eu era mais jovem (péssimo..), sempre pensei em morar um tempo fora do Brasil. Não porque eu não gostasse do meu país. Eu amo meu país e acredito na maior parte das pessoas que vive lá.

Mas sempre achei que eu poderia conhecer um pouco mais. Talvez a oportunidade tenha vindo até um pouco tarde demais. Mas o que é tarde demais??? Acredito agora que não existe o tarde demais. Existe o momento exato.

Muito bem. Começarei de trás pra frente. Estamos em Roma, a cidade eterna. Eternamente conhecida pela sua comida maravilhosa, seus sorvetes e claramente, sua história.




Agora muito conhecida também pela sua burocracia, seu famoso "tem mas acabou" e o seu caráter de tornar óbvias situações que para nós, brasileiros, nuncaaaaa seriam.

Pois bem, feita a introdução, posso sinalizar algumas diferenças encontradas ao chegar onde Nero tocou todo o fogo que podia. Inclusive na estação do metrô, de onde vou para o trabalho todos os dias.

- Aqui tomar cappuccino após o almoço é inadmissível. Meu marido faz isso todos os dias. Eu aderi ao machiato (café espresso com um pingo de leite).
- Você anda e não percebe. Você para e se perde na vista. Existe tempo: pra respirar, para admirar, e pra tomar um café.
- Pasmem - No cinema existem tempo para uma PAUSA RELAX. Oi???? Isso mesmo. Uma pausa no meio de uma cena de ação para 5 minutos de relaxamento de uma tarde de descontração. 0_0


- Os vizinhos entram na sua casa. Você não os chama. Mas te trazem tangerina e te dão uma colomba Pascal e salame de presente.

As pessoas discutem a crise como algo banal, os avanços tecnológicos são óbvios (estou me repetindo). Mas quando discutem onde é feita a melhor carbonara...ahhh isso leva horas.

Aos poucos vamos nos acostumando com o ritmo e desfrutando do "dolce far niente" (quando é possivel ...).

Essa não é a Roma de Álvaro Garnero. Mas é a minha. ;)

Arrivederci.







segunda-feira, 15 de abril de 2013

A Estrela

Conta-se que originalmente a raça humana vivia tranqüila e sem guerras, mas quando Pandora, moldada por Zeus a partir de uma nuvem, por curiosidade abriu a jarra que Zeus oferecera-lhe como presente de núpcias entre ela e Epimeteu, dela saíram todas as desgraças; somente a esperança restou presa à borda porque Pandora repusera às pressas sua tampa. Curiosamente, o nome da noiva desastrada se constrói por Pan = todo + dôron = presente. O mito grego nos ensina que todas as vicissitudes da vida, ainda que gerem desespero, são em última análise presentes dos deuses, que brincam de ocultar nas dificuldades da vida as possibilidades de evolução da alma humana em seu natural desígnio de espiritualizar-se. E como não poderia deixar de ser, Zeus entendeu que se retirasse do homem a esperança; ele próprio estaria para sempre perdido, posto que a humanidade encontraria seu fim, o que não lhe permitiria mais se alimentar da dinâmica da vida. Por isso segue o signo: a esperança; e A Estrela nos ensina uma verdade: na alma dos que buscam com justiça ela nunca morre!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

A mi manera.

A mi manera.





Estoy mirando atrás
y puedo ver mi vida entera,
y sé que estoy en paz
pues la viví a mi manera.